19:45 de uma noite quente como a maioria das noites tem sido ultimamente. Acabo de perder um texto, pelo menos meia hora de trabalho. Seria um sinal ou apenas o micro querendo me sacanear, pra variar? Fico com a segunda opção... Vamos lá tentar recuperar destroços do texto naufragado na vazio da mente e perdido na inexistência da memória RAM... [Ctrl+B]
Era mais ou menos assim... Como uma tempestade tropical, os ventos dos sentimentos sopraram intensos e abrasadores como o hálito de uma antiga e incandescente deusa pagã esquecida. Como um vendaval de sentimentos revolvendo os sedimentos rochosos e morosos no fundo do lago chamado alma. Mas como veio a tempestade “da cor de seus olhos castanhos”, a tempestade se foi para além da linha do horizonte, deixando apenas uma lembrança cinzenta. O ventos cessaram de soprar, soprando agora em lugares feitos de fantasias e algodão, soprando nuvens no azul celeste. Os sedimentos voltaram a repousar inertes no fundo do lago, como estivessem assim desde sempre... Prenúncios de uma tempestade se formam a leste, com seus lampejos amarelados...
Realmente estava inspirado quando escrevi a versão pré-perda desta postagem, agora já não estou tanto, pois grande parte das sensações fora sublimada durante a primeira vez. Cada vez mais tomo consciência da natureza catártica do escrever para mim... Mas voltemos à auto-análise...
Talvez seja imaturo demais para cultivar um relacionamento como ele deve ser cultivado. Talvez me falte a maturidade necessária para lidar com a intensidade dos sentimentos, ou melhor, necessária para não me queimar de uma vez só na pira das sensações. Talvez seja tudo ansiedade. Vontade de que as coisas dêem certo, de que seja “final feliz”. Talvez seja essa ânsia por um romance feito de poesia, essa ânsia por lirismo e sensualidade, essa ânsia por uma poesia composta em carne e desejo, rimas feitas de toques e olhares, verso escritos em lábios e línguas, cadência marcada na respiração entrecortada e ofegante. Poesia feita de corpos e sentimentos. Ou seja, talvez espere demais da vida... Mas quem sabe a vida não conspira a favor, como gosta de promover aquele comercial de cerveja... No meu caso, prefiro seguir acreditando na vida...
Bem, é suficiente por hora...
Era mais ou menos assim... Como uma tempestade tropical, os ventos dos sentimentos sopraram intensos e abrasadores como o hálito de uma antiga e incandescente deusa pagã esquecida. Como um vendaval de sentimentos revolvendo os sedimentos rochosos e morosos no fundo do lago chamado alma. Mas como veio a tempestade “da cor de seus olhos castanhos”, a tempestade se foi para além da linha do horizonte, deixando apenas uma lembrança cinzenta. O ventos cessaram de soprar, soprando agora em lugares feitos de fantasias e algodão, soprando nuvens no azul celeste. Os sedimentos voltaram a repousar inertes no fundo do lago, como estivessem assim desde sempre... Prenúncios de uma tempestade se formam a leste, com seus lampejos amarelados...
Realmente estava inspirado quando escrevi a versão pré-perda desta postagem, agora já não estou tanto, pois grande parte das sensações fora sublimada durante a primeira vez. Cada vez mais tomo consciência da natureza catártica do escrever para mim... Mas voltemos à auto-análise...
Talvez seja imaturo demais para cultivar um relacionamento como ele deve ser cultivado. Talvez me falte a maturidade necessária para lidar com a intensidade dos sentimentos, ou melhor, necessária para não me queimar de uma vez só na pira das sensações. Talvez seja tudo ansiedade. Vontade de que as coisas dêem certo, de que seja “final feliz”. Talvez seja essa ânsia por um romance feito de poesia, essa ânsia por lirismo e sensualidade, essa ânsia por uma poesia composta em carne e desejo, rimas feitas de toques e olhares, verso escritos em lábios e línguas, cadência marcada na respiração entrecortada e ofegante. Poesia feita de corpos e sentimentos. Ou seja, talvez espere demais da vida... Mas quem sabe a vida não conspira a favor, como gosta de promover aquele comercial de cerveja... No meu caso, prefiro seguir acreditando na vida...
Bem, é suficiente por hora...
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