19:06 de quarta-feira, embora ainda pareça ser segunda-feira...
Ontem assisti pela segunda vez “Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças”, de Michel Gondry com roteiro de Charlie Kaufman. O filme simplesmente dispensa comentários. É bastante improvável haver uma história de amor menos clichê que Brilho Eterno. É tão verdadeiro que chega a doer. Porque só o amor real e verdadeiro pode ser verdadeiramente e realmente cruel algumas vezes.
(Nota: tudo a seguir baseia-se apenas em impressões... Qualquer semelhança com a realidade pode não ser mera coincidência...)
O amor é uma emoção humana, uma das mais humanas entre as emoções. Então se pressupõe a existência de um ser humano para se emocionar. E o amor pode exigir demais desse ser, pois o amor é um instinto básico da natureza, algo que precede e supera a casualidade do encontro mulher/homem ou variações do mesmo. Então, muitas vezes o amor pode expor nossas fraquezas, nossas falhas de caráter, nossos medos e receios, nossas frustrações, enfim, tudo o que deveria permanecer no subsolo da mente.
A amor é algo de sublime e belo, mas as pessoas podem muito bem ser egoístas e feias. Portanto, um amante pode acabar sendo extremante egoísta, a ponto de se tornar destrutivo, a ponto de preferir acabar com tudo por questões mesquinhas e pequenas. Ciúmes é um exemplo disso, parafraseando Tyler Durden, “a ferida que sararia se parece de mexer nela”. Ciúmes é uma tortura para o alvo, mas também é automutilação para ser ciumento. Ele se machuca para machucar o outro, ele fere o outro por ser incapaz de lidar com sua própria ferida. Por que? Porque o amor às vezes cobra um alto quinhão. E é preciso ser muito forte e ao mesmo tempo flexível para resistir a enxurrada de sentimentos trazidos a tona pelo amor. É humano fraquejar às vezes.
Mas nem por isso é preciso ter medo do amor, como uma amiga acabou me mostrando dia desses. Mas é preciso estar pronto a pagar o preço e lutar para superar os desafios. Mesmo porque, o amor não permite subterfúgios. O amor sempre encontra um meio, se não encontra, ele cria seus próprios meios.
Bem, acho que é isso. Por hora, é só.
Ontem assisti pela segunda vez “Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças”, de Michel Gondry com roteiro de Charlie Kaufman. O filme simplesmente dispensa comentários. É bastante improvável haver uma história de amor menos clichê que Brilho Eterno. É tão verdadeiro que chega a doer. Porque só o amor real e verdadeiro pode ser verdadeiramente e realmente cruel algumas vezes.
(Nota: tudo a seguir baseia-se apenas em impressões... Qualquer semelhança com a realidade pode não ser mera coincidência...)
O amor é uma emoção humana, uma das mais humanas entre as emoções. Então se pressupõe a existência de um ser humano para se emocionar. E o amor pode exigir demais desse ser, pois o amor é um instinto básico da natureza, algo que precede e supera a casualidade do encontro mulher/homem ou variações do mesmo. Então, muitas vezes o amor pode expor nossas fraquezas, nossas falhas de caráter, nossos medos e receios, nossas frustrações, enfim, tudo o que deveria permanecer no subsolo da mente.
A amor é algo de sublime e belo, mas as pessoas podem muito bem ser egoístas e feias. Portanto, um amante pode acabar sendo extremante egoísta, a ponto de se tornar destrutivo, a ponto de preferir acabar com tudo por questões mesquinhas e pequenas. Ciúmes é um exemplo disso, parafraseando Tyler Durden, “a ferida que sararia se parece de mexer nela”. Ciúmes é uma tortura para o alvo, mas também é automutilação para ser ciumento. Ele se machuca para machucar o outro, ele fere o outro por ser incapaz de lidar com sua própria ferida. Por que? Porque o amor às vezes cobra um alto quinhão. E é preciso ser muito forte e ao mesmo tempo flexível para resistir a enxurrada de sentimentos trazidos a tona pelo amor. É humano fraquejar às vezes.
Mas nem por isso é preciso ter medo do amor, como uma amiga acabou me mostrando dia desses. Mas é preciso estar pronto a pagar o preço e lutar para superar os desafios. Mesmo porque, o amor não permite subterfúgios. O amor sempre encontra um meio, se não encontra, ele cria seus próprios meios.
Bem, acho que é isso. Por hora, é só.
Nenhum comentário:
Postar um comentário