O Sol deita-se como criança
Morrendo tardio no poente
Restando do dia somente
Uma vermelha lembrança.
Cura a noite suavemente
Toda diária destemperança
E traz a solitária esperança
Nascida no sono inocente.
E o vento sopra seu acorde
Agudo, em notas sibilantes
Os sussurros de uma ode
Elevada por coros distantes
De anjos, na celeste orbe
Com suas vozes cintilantes.
Matheus Filipe
Retórica?
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Vejam só, quanto tempo se passou desde que uma ideia foi depositada neste
pequeno recanto de pensamentos obscuros.
Aos poucos leitores, um com certeza - ...
Há 10 anos
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