Assim me sinto após esta primeira semana do retorno a rotina: um embrulho no estômago, um nó na garganta, um mal-estar, uma náusea, resumindo, um nojo generalizado. O período de afastamento gerou uma sensação efêmera de liberdade e acabou por me inebriar com seu veneno suave de esquecimento e de irresponsabilidade. Cá estou agora, como este gosto moral de guarda-chuva na mente. Deve ser a tal “ressaca moral”.
Olho ao redor e vejo apenas o asco preencher e impregnar tudo. Cada vez mais tenho a certeza de estar vivendo uma vida que não é para mim. Volto meus passos, regressos no tempo, tento descobrir porque tomei certas decisões no passado, escolhas resultando na situação onde me encontro atualmente. Leviandade me parece a resposta mais provável. Fui leviano comigo mesmo. Fui omisso. Fui irresponsável. Fui imprudente.
Mas existe um feixe de esperança ainda: inconformismo. Estou começando a trilhar um caminho sem volta e este caminho vai alterar o rumo das coisas. Minha vida vai mudar novamente. Apenas desejo ser uma mudança para melhor dessa vez.
Que assim seja.
P.S.: desculpe pela precariedade da postagem, mas não posso dar muitos detalhes, pois incorreria em falta de ética. Prefiro manter parte da minha alma intacta para barganhá-la mais tarde quem sabe...
Olho ao redor e vejo apenas o asco preencher e impregnar tudo. Cada vez mais tenho a certeza de estar vivendo uma vida que não é para mim. Volto meus passos, regressos no tempo, tento descobrir porque tomei certas decisões no passado, escolhas resultando na situação onde me encontro atualmente. Leviandade me parece a resposta mais provável. Fui leviano comigo mesmo. Fui omisso. Fui irresponsável. Fui imprudente.
Mas existe um feixe de esperança ainda: inconformismo. Estou começando a trilhar um caminho sem volta e este caminho vai alterar o rumo das coisas. Minha vida vai mudar novamente. Apenas desejo ser uma mudança para melhor dessa vez.
Que assim seja.
P.S.: desculpe pela precariedade da postagem, mas não posso dar muitos detalhes, pois incorreria em falta de ética. Prefiro manter parte da minha alma intacta para barganhá-la mais tarde quem sabe...
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