Solidão, destroçando o pobre coração,
Num hino maldito, rachando e trincando,
As lágrimas de sangue nascendo e rolando,
Acalentando meus uivos de lamentação.
Por que é tão cáustica essa alegria no ar?
Rasgando meus olhos com essa leveza,
Com a doçura do oxigênio, da beleza,
Abrindo chagas profundas como o mar.
Coração, quase dilacerando o peito,
Convulso e delirante em seu leito,
Lembrando-se dos dias passados,
Dias negros de tristeza infernal,
Uma dor tremenda, mas no final,
Apenas mais um “dia dos namorados”...
Matheus Filipe
Retórica?
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Vejam só, quanto tempo se passou desde que uma ideia foi depositada neste
pequeno recanto de pensamentos obscuros.
Aos poucos leitores, um com certeza - ...
Há 10 anos
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