Chega a soar ilógico: por que, muitas vezes, devemos mentir e omitir nossos sentimentos e desejo em nome de uma suposta normalidade? Normalidade seria então apenas um freio civilizatório? Seria apenas um dado estatístico, onde o comportamento da maioria defino o que é normalidade? Mas como um comportamento, não raramente feito de embuste e fingimento, pode servir de base para qualquer coisa, quanto mais para normas de conduta?
Perguntas difíceis...
Ser normal é se comportar da maneira esperada, ou seja, as pessoas se comportar da maneira como imaginam ser o modo esperado pelas outras pessoas. A normalidade nasce do hiato entre as pessoas, nasce da necessidade de aceitação das pessoas, juntamente com a fobia em relação à tudo que foge da normalidade aceita. As pessoas sempre temeram o desconhecido e o diferente, ainda mais quando se tornam ameaças ao status quo. Então, as pessoas acabam se sujeitando as mais variadas situações, tudo em nome da manutenção do status. Acabamos por nos tornar escravos dessa tal normalidade, desse tal modelo de conduta.
Quantas vezes fazemos coisa as quais não sentimos vontade de fazer? Quantas vezes nos sacrificamos, sacrificamos o que sentimos e o que desejamos?
Mas a questão que fica é a seguinte: até que ponto tudo isso vale a pena?
Perguntas difíceis...
Ser normal é se comportar da maneira esperada, ou seja, as pessoas se comportar da maneira como imaginam ser o modo esperado pelas outras pessoas. A normalidade nasce do hiato entre as pessoas, nasce da necessidade de aceitação das pessoas, juntamente com a fobia em relação à tudo que foge da normalidade aceita. As pessoas sempre temeram o desconhecido e o diferente, ainda mais quando se tornam ameaças ao status quo. Então, as pessoas acabam se sujeitando as mais variadas situações, tudo em nome da manutenção do status. Acabamos por nos tornar escravos dessa tal normalidade, desse tal modelo de conduta.
Quantas vezes fazemos coisa as quais não sentimos vontade de fazer? Quantas vezes nos sacrificamos, sacrificamos o que sentimos e o que desejamos?
Mas a questão que fica é a seguinte: até que ponto tudo isso vale a pena?
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