É estranho, mas às vezes desejo sofrer. Sim, é loucura. Mas em toda sanidade há um pouco de loucura e em toda loucura há um pouco de sanidade...
Qual o ponto exato onde o prazer se torna dolorosa e sua contrapartida, quando a dor se tornar prazerosa? Este é um limiar instável, não existe um limite preciso entre a dor e o prazer, visto serem os dois escalas de uma mesma coisa, graus quase indistintos às vezes, complementares. Não existiria prazer sem a dor, não se pode sentir um e abdicar a outro.
Então, talvez, essa minha vontade de sofrimento seja em verdade uma vontade de prazer? Inversamente ao estóicos, desejo eu o máximo de dor para alcançar o máximo de prazer? É a velha questão shakespeareana da “estrela que brilha duas vezes mais queima na metade do tempo”. Melhor então ser escuro e durar indefinidamente? É possível viver sem se estar vivo?
No fim, são apenas devaneios de uma mente perturbada... Ou uma mente em demasiado repouso...
Qual o ponto exato onde o prazer se torna dolorosa e sua contrapartida, quando a dor se tornar prazerosa? Este é um limiar instável, não existe um limite preciso entre a dor e o prazer, visto serem os dois escalas de uma mesma coisa, graus quase indistintos às vezes, complementares. Não existiria prazer sem a dor, não se pode sentir um e abdicar a outro.
Então, talvez, essa minha vontade de sofrimento seja em verdade uma vontade de prazer? Inversamente ao estóicos, desejo eu o máximo de dor para alcançar o máximo de prazer? É a velha questão shakespeareana da “estrela que brilha duas vezes mais queima na metade do tempo”. Melhor então ser escuro e durar indefinidamente? É possível viver sem se estar vivo?
No fim, são apenas devaneios de uma mente perturbada... Ou uma mente em demasiado repouso...
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