Não deveria ficar teorizando as coisas, mas o ócio tem dessas. Então, qual o problema? Caso exista um problema de fato...
Já fui muito romântico num passado nem tão remoto assim. Acreditava no amor com uma fé quase inabalável, como se ele fosse a minha única chance de redenção, minha única possibilidade de salvação. Minha fé no amor era apenas superada pela minha capacidade de auto-engano: às vezes desejava tanto acreditar e acabava por acreditar mesmo. Algo como se apaixonar pela idéia de amar e não pela pessoa em si. Isso aconteceu diversas vezes. Era algo extremamente efêmero e fugaz, não deixava de ser bom e agradável, mas não era de verdade e logo se tornava sufocante. Tem tentado mudar isso, mas isso esta levando a um não envolvimento com as pessoas. É complicado.
Talvez não sirva eu para relações tidas como sérias. Talvez não tenha a capacidade de me apegar às pessoas. Talvez, na vida real, não exista uma verdade totalmente plena e uma plenitude completamente verdadeira. Talvez, entrar em uma relação, seja estar ciente de trocar a possibilidade do esplêndido pela continuidade do ordinário. Em outras palavras, não trocar o certo pelo duvidoso. O filme “Alta Fidelidade” trata justamente disso, sobre o fantasia e o real. Altamente recomendado o filme. Mas não tenho estômago para uma relação meia-boca. Não sei fazer concessões. Sou extremamente egoísta. Ou mesmo hedonista. Vai saber.
Nossa, minhas palavras soam um tanto pessimistas. Estou em uma fase de pessimismo, logo.
Talvez seja eu capaz de mudar minha situação, talvez não. Talvez encontre uma pessoa e seja capaz de ver por outra perspectiva, talvez não. Tudo são possibilidades, infindas possibilidades. E eu me afogando nessa mar de possibilidades, sem qualquer tábua de salvação.
Já fui muito romântico num passado nem tão remoto assim. Acreditava no amor com uma fé quase inabalável, como se ele fosse a minha única chance de redenção, minha única possibilidade de salvação. Minha fé no amor era apenas superada pela minha capacidade de auto-engano: às vezes desejava tanto acreditar e acabava por acreditar mesmo. Algo como se apaixonar pela idéia de amar e não pela pessoa em si. Isso aconteceu diversas vezes. Era algo extremamente efêmero e fugaz, não deixava de ser bom e agradável, mas não era de verdade e logo se tornava sufocante. Tem tentado mudar isso, mas isso esta levando a um não envolvimento com as pessoas. É complicado.
Talvez não sirva eu para relações tidas como sérias. Talvez não tenha a capacidade de me apegar às pessoas. Talvez, na vida real, não exista uma verdade totalmente plena e uma plenitude completamente verdadeira. Talvez, entrar em uma relação, seja estar ciente de trocar a possibilidade do esplêndido pela continuidade do ordinário. Em outras palavras, não trocar o certo pelo duvidoso. O filme “Alta Fidelidade” trata justamente disso, sobre o fantasia e o real. Altamente recomendado o filme. Mas não tenho estômago para uma relação meia-boca. Não sei fazer concessões. Sou extremamente egoísta. Ou mesmo hedonista. Vai saber.
Nossa, minhas palavras soam um tanto pessimistas. Estou em uma fase de pessimismo, logo.
Talvez seja eu capaz de mudar minha situação, talvez não. Talvez encontre uma pessoa e seja capaz de ver por outra perspectiva, talvez não. Tudo são possibilidades, infindas possibilidades. E eu me afogando nessa mar de possibilidades, sem qualquer tábua de salvação.
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