Estou falando da vida, ou melhor, estou expressando esse sopro de vida sussurrando por alguns instantes em mim. Sim, como é bom sentir essa força indescritível, como é bom se sentir vivo, mesmo sendo um sentir passageiro. Porém, o que não é transitório nessa vida ou em qualquer outra? Sentir o todo esse intenso poder, sentir como a vida é maior, infinitamente maior, mesmo sendo sempre tão breve.
Você já parou e percebeu quanto vida existe ao redor? Não estou falando de pessoas. Em geral elas estão um pouco embotadas para vida. Estou falando da mudança, da transformação constante da vida, pois a única constante na vida é a própria mudança. A vida muda sempre para continuar vida. A vida sempre termina para a vida poder começar, de novo e de novo e de novo. Mas a vida é sempre muito curta para desperdiçá-la, para ficarmos perdendo tempo com bobagens como aquilo alheio à vida. Preciso adquirir “a habilidade de não prestar atenção a tudo que não seja importante”.
Ame a vida, diga sempre Sim a ela. Pois acredite, ela é única, nunca houve em toda a história do tempo, ou menos antes do tempo, e nunca haverá até o fins dos tempos e além uma vida como esta, como esta vida de agora, como a sua vida. Cada mísero evento corriqueiro e cotidiano é um espetáculo único, sem direito a reprise ou repetição. A vida só acontece uma vez. Uma única vez. Não se engane com o fato da vida parecer tão abundante em nosso mundo. Cada vida é de fato única, nunca foi e nunca tornará a sê-lo novamente. Não se deixe embotar. Aproveite sempre o aspecto mais incrível da vida: a beleza.
Não, não aquele beleza instigante e arrasadora, pois essa é fácil. Estou falando de toda a beleza escondida e imersa no dia a dia. Essa é a beleza libertadora, ela não nos prende como beleza vulgar e exposta. Não, essa é uma beleza conquistada, cortejada diariamente. Uma beleza velada, oculta sobre o véu do ordinário e comum. Procure essa beleza, essa é a beleza da vida.
Para terminar, nada mais apropriados que palavras da própria Morte: “Viveu tanto quanto os outros, Bernie. Uma vida inteira. Nem mais. Nem menos. Uma vida inteira”.
Você já parou e percebeu quanto vida existe ao redor? Não estou falando de pessoas. Em geral elas estão um pouco embotadas para vida. Estou falando da mudança, da transformação constante da vida, pois a única constante na vida é a própria mudança. A vida muda sempre para continuar vida. A vida sempre termina para a vida poder começar, de novo e de novo e de novo. Mas a vida é sempre muito curta para desperdiçá-la, para ficarmos perdendo tempo com bobagens como aquilo alheio à vida. Preciso adquirir “a habilidade de não prestar atenção a tudo que não seja importante”.
Ame a vida, diga sempre Sim a ela. Pois acredite, ela é única, nunca houve em toda a história do tempo, ou menos antes do tempo, e nunca haverá até o fins dos tempos e além uma vida como esta, como esta vida de agora, como a sua vida. Cada mísero evento corriqueiro e cotidiano é um espetáculo único, sem direito a reprise ou repetição. A vida só acontece uma vez. Uma única vez. Não se engane com o fato da vida parecer tão abundante em nosso mundo. Cada vida é de fato única, nunca foi e nunca tornará a sê-lo novamente. Não se deixe embotar. Aproveite sempre o aspecto mais incrível da vida: a beleza.
Não, não aquele beleza instigante e arrasadora, pois essa é fácil. Estou falando de toda a beleza escondida e imersa no dia a dia. Essa é a beleza libertadora, ela não nos prende como beleza vulgar e exposta. Não, essa é uma beleza conquistada, cortejada diariamente. Uma beleza velada, oculta sobre o véu do ordinário e comum. Procure essa beleza, essa é a beleza da vida.
Para terminar, nada mais apropriados que palavras da própria Morte: “Viveu tanto quanto os outros, Bernie. Uma vida inteira. Nem mais. Nem menos. Uma vida inteira”.