Creio haver duas razões, ou talvez apenas uma desmembrada, para gerar a situação do engano abordada na penúltima postagem: não gosto de gentes e não me deixo conhecer pelas gentes (como disse, talvez apenas um desdobramento da primeira).
Gosto de crianças em geral, quanto mais recentes melhor, quanto menos adultas melhor. Gosto de algumas pessoas isoladamente. Mas não curto gentes, principalmente as convencionais, este último tipo me dá no saco. Sim, sou uma pessoa chata mesmo. Mas, pessoas pensando de modo convencional, nada pior para mim. Mesmo se fosse meu desejo e não o é, dificilmente me faria entender por elas. Então, prefiro não me desgastar à toa. Chamo isso de “lutar o bom combate”. Para mim, a luta apenas se justifica quando o adversário está à altura do combate, caso contrário, a batalha perde o sentido. Evidentemente a violência como o fim em si mesma não é levada em conta para motivos desta postagem. Mas violência sempre é válida. E entenda isso como bem entender.
Voltando ao tópico em questão: não gosto de gentes, talvez tenha até mesmo medo de gentes, hipótese bastante plausível. Daí o isolamento. Por sua vez, o isolamento gera o desconhecimento e a confusão. Isso tirando o fato de não me abrir com as pessoas, pelos mesmos motivos apresentados acima. Por que? Porque sou um covarde, oras. Sim, o medo quase sempre é nosso pior algoz. Isso, aliado ao comodismo, leva ao estado de apatia e letargia em relação as gentes em geral.
Engraçado, o assunto me parecia mais interessante a princípio. Assim é a vida.
Gosto de crianças em geral, quanto mais recentes melhor, quanto menos adultas melhor. Gosto de algumas pessoas isoladamente. Mas não curto gentes, principalmente as convencionais, este último tipo me dá no saco. Sim, sou uma pessoa chata mesmo. Mas, pessoas pensando de modo convencional, nada pior para mim. Mesmo se fosse meu desejo e não o é, dificilmente me faria entender por elas. Então, prefiro não me desgastar à toa. Chamo isso de “lutar o bom combate”. Para mim, a luta apenas se justifica quando o adversário está à altura do combate, caso contrário, a batalha perde o sentido. Evidentemente a violência como o fim em si mesma não é levada em conta para motivos desta postagem. Mas violência sempre é válida. E entenda isso como bem entender.
Voltando ao tópico em questão: não gosto de gentes, talvez tenha até mesmo medo de gentes, hipótese bastante plausível. Daí o isolamento. Por sua vez, o isolamento gera o desconhecimento e a confusão. Isso tirando o fato de não me abrir com as pessoas, pelos mesmos motivos apresentados acima. Por que? Porque sou um covarde, oras. Sim, o medo quase sempre é nosso pior algoz. Isso, aliado ao comodismo, leva ao estado de apatia e letargia em relação as gentes em geral.
Engraçado, o assunto me parecia mais interessante a princípio. Assim é a vida.
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