“Obrigado por me escutar”. Já perdi a conta de por quantas e inúmeras vezes ouvi isso. Confesso um certo regozijo, uma satisfação pessoal no começa, quando escutava esse tipo de coisa. Sei lá, talvez em minha imaturidade acentuada na época, hoje ela perdeu em intensidade, sou apenas imaturo, aquilo me trazia uma alta de dose realização, me fazia sentir superior, pois era capaz, de uma maneira grosseira e instintiva, perceber as pessoas, algumas vezes até ajudá-las, creio. Engraçado alguém egoísta com eu ser considerado um bom ouvinte. Mas vá lá.
Mas hoje isso está cansando. Estou pouco de lixando para os problemas alheios, pois os meus problemas, não consigo nem de longe obter algum esclarecimento. Claro, estou bem no centro do olho do furacão, minha visão é deturpada por estar bem no meio de todo o evento. Conhecer as razões de algo nem sempre torna esse algo aceitável, ou mesmo tolerável. Mas não deixa de ser irônico: me considero egoísta mesmo, não faço quaisquer esforços para ocultar isso, contudo, todos acabam sendo egoístas no fim das contas, ou melhor, egocêntricos, querem sempre ser o centro de todas atenções. Seus problemas são sempre algo de todo drásticos. Pessoas, o que se pode fazer?
Devo admitir a contribuição negativa da minha postura diante das coisas. Não me abro com as pessoas, pois em geral não julgo ser algo válido. A falta de validade se deve exclusivamente a mim, pois não me considero uma pessoa convencional. Minhas prioridades, ou a falta das mesmas é bem destoante do normalmente aceito. Fazer uma faculdade, construir uma boa carreira, conseguir muito dinheiro, formar uma família, enfim, na maioria dos casos isso compõe a escala de valoração da nossa sociedade. Como meu valores, ou ausência de valores, contrastam com essa escala, logo de cara as pessoas já vão me encarar com uma perspectiva errada. Os julgamentos delas, sim, elas vão julgar, estarão baseados em preceitos imprecisos. E uma coisa realmente chara para mim é ter de ficar me explicando a cada duas frases.
Acho que necessitava apenas desabafar, os últimos tempos têm sido complicados e conturbados para mim. Mas, obrigado mesmo por me ouvir... Desculpe, não resistir ao vil impulso... Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.
Mas hoje isso está cansando. Estou pouco de lixando para os problemas alheios, pois os meus problemas, não consigo nem de longe obter algum esclarecimento. Claro, estou bem no centro do olho do furacão, minha visão é deturpada por estar bem no meio de todo o evento. Conhecer as razões de algo nem sempre torna esse algo aceitável, ou mesmo tolerável. Mas não deixa de ser irônico: me considero egoísta mesmo, não faço quaisquer esforços para ocultar isso, contudo, todos acabam sendo egoístas no fim das contas, ou melhor, egocêntricos, querem sempre ser o centro de todas atenções. Seus problemas são sempre algo de todo drásticos. Pessoas, o que se pode fazer?
Devo admitir a contribuição negativa da minha postura diante das coisas. Não me abro com as pessoas, pois em geral não julgo ser algo válido. A falta de validade se deve exclusivamente a mim, pois não me considero uma pessoa convencional. Minhas prioridades, ou a falta das mesmas é bem destoante do normalmente aceito. Fazer uma faculdade, construir uma boa carreira, conseguir muito dinheiro, formar uma família, enfim, na maioria dos casos isso compõe a escala de valoração da nossa sociedade. Como meu valores, ou ausência de valores, contrastam com essa escala, logo de cara as pessoas já vão me encarar com uma perspectiva errada. Os julgamentos delas, sim, elas vão julgar, estarão baseados em preceitos imprecisos. E uma coisa realmente chara para mim é ter de ficar me explicando a cada duas frases.
Acho que necessitava apenas desabafar, os últimos tempos têm sido complicados e conturbados para mim. Mas, obrigado mesmo por me ouvir... Desculpe, não resistir ao vil impulso... Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.
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