“Ouçam-me! Pois eu sou tal e tal. Sobretudo não me confundam!” Entendo perfeitamente as palavras de Nietzsche. Com certeza não existe algo pior, em minha opinião: ser confundido. Ainda mais ser confundido consigo mesmo. Isto, definitivamente, faz parte da minha sina.
As pessoas não gostam do diferente e do desconhecido. Então tratam logo de fazer julgamentos apressados, atribuir conceitos e fixar rótulos, tudo para as deixar mais confortáveis. Nessa pressa, acabam simplificando e generalizando demais as coisas. Elas não se ocupam em entender e aceitar, ou mesmo rejeitar, os outros, preferem logo partir para um julgamento com base em impressões imprecisas e preliminares. Por isso há tanto desentendimento e falhas de comunicação. As pessoas não estão interessadas em entender as outras, querem simples acabar ou se livrar do incômodo.
Passo uma impressão errada aos outros. Depois de me conhecerem superficialmente, em geral, enxergam em mim uma “força“ inexistente, isso para não falar me “monstro insensível sem coração”. Algumas pessoas me consideram imunes ao sofrimento, pois, segundo as mesmas, não ligo para coisa alguma. Uma antiga e muito estimada chefe costumava dizer “você caga e anda pra tudo”. Não é bem assim, apesar de não ser uma total inverdade. Não ligo normalmente para coisas convencionalmente consideradas importantes para outros, fato talvez já percebido em postagens anteriores. Contudo, continuo sendo humano, apenas de alguns não acharem.
O pior não é o sofrimento em si, pior é sofrer por um erro de julgamento alheio. “Fiz isso porque achei que você era forte para superar sozinho”, “não achei que você seria afetado por isso”, entre outras frases do tipo. Parte da responsabilidade por isso é minha, não há como negar. Mas poucas pessoas se interessam em tentar em entender, pois o entender em si é algo de todo um pouco mais difícil, ou complicado.
Voltarei a este assunto em outra oportunidade, pois apenas descrevi a situação. Resta ainda apresentar os meus motivos, ou minhas desculpas esfarrapadas para assim ser.
As pessoas não gostam do diferente e do desconhecido. Então tratam logo de fazer julgamentos apressados, atribuir conceitos e fixar rótulos, tudo para as deixar mais confortáveis. Nessa pressa, acabam simplificando e generalizando demais as coisas. Elas não se ocupam em entender e aceitar, ou mesmo rejeitar, os outros, preferem logo partir para um julgamento com base em impressões imprecisas e preliminares. Por isso há tanto desentendimento e falhas de comunicação. As pessoas não estão interessadas em entender as outras, querem simples acabar ou se livrar do incômodo.
Passo uma impressão errada aos outros. Depois de me conhecerem superficialmente, em geral, enxergam em mim uma “força“ inexistente, isso para não falar me “monstro insensível sem coração”. Algumas pessoas me consideram imunes ao sofrimento, pois, segundo as mesmas, não ligo para coisa alguma. Uma antiga e muito estimada chefe costumava dizer “você caga e anda pra tudo”. Não é bem assim, apesar de não ser uma total inverdade. Não ligo normalmente para coisas convencionalmente consideradas importantes para outros, fato talvez já percebido em postagens anteriores. Contudo, continuo sendo humano, apenas de alguns não acharem.
O pior não é o sofrimento em si, pior é sofrer por um erro de julgamento alheio. “Fiz isso porque achei que você era forte para superar sozinho”, “não achei que você seria afetado por isso”, entre outras frases do tipo. Parte da responsabilidade por isso é minha, não há como negar. Mas poucas pessoas se interessam em tentar em entender, pois o entender em si é algo de todo um pouco mais difícil, ou complicado.
Voltarei a este assunto em outra oportunidade, pois apenas descrevi a situação. Resta ainda apresentar os meus motivos, ou minhas desculpas esfarrapadas para assim ser.
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