Canto Um - Estrelas
Já percebeu como algumas pessoas possuem luz própria? Sim, seres capazes de iluminar, capazes de acrescentar cor e sabor ao mundo acinzentado ao seu redor. São como oásis de pureza surgindo em meio a toda essa decadência e podridão. São como chuva, atirando gotas de tranqüilidade e luz sobre as trevas do cotidiano seco e obscuro. São promessas de boa ventura, fazendo nascer alguma esperança no fundo de uma vida vazia e sem sentido.
Como insetos alados, nos sentimos irresistivelmente atraídos por essa luz, como os planetas são atraídos para o sol. Vamos até elas, essas sereias de luminescência, mesmo correndo o risco de naufragar em nós mesmos, mesmo com a certeza de sermos consumidos por essa proximidade luminosa. Simplesmente caímos para elas, como nossos corpos em chamas, até restar apenas cinzas e pó. “Das cinzas as cinzas, do pó ao pó”.
Contudo e nem por isso, podemos responsabilizar essas criaturas radiantes. Elas não escolheram ser luz e calor, elas simplesmente são. As forças da natureza não decidem ser belas ou destrutivas, elas simplesmente são. Nelas, nessas pessoas, a natureza apenas flui livre e inocente, para além de qualquer controle. A luz não escolhe quem ou o que vai iluminar, ela apenas ilumina. Essa é a sua natureza.
Já percebeu como algumas pessoas possuem luz própria? Sim, seres capazes de iluminar, capazes de acrescentar cor e sabor ao mundo acinzentado ao seu redor. São como oásis de pureza surgindo em meio a toda essa decadência e podridão. São como chuva, atirando gotas de tranqüilidade e luz sobre as trevas do cotidiano seco e obscuro. São promessas de boa ventura, fazendo nascer alguma esperança no fundo de uma vida vazia e sem sentido.
Como insetos alados, nos sentimos irresistivelmente atraídos por essa luz, como os planetas são atraídos para o sol. Vamos até elas, essas sereias de luminescência, mesmo correndo o risco de naufragar em nós mesmos, mesmo com a certeza de sermos consumidos por essa proximidade luminosa. Simplesmente caímos para elas, como nossos corpos em chamas, até restar apenas cinzas e pó. “Das cinzas as cinzas, do pó ao pó”.
Contudo e nem por isso, podemos responsabilizar essas criaturas radiantes. Elas não escolheram ser luz e calor, elas simplesmente são. As forças da natureza não decidem ser belas ou destrutivas, elas simplesmente são. Nelas, nessas pessoas, a natureza apenas flui livre e inocente, para além de qualquer controle. A luz não escolhe quem ou o que vai iluminar, ela apenas ilumina. Essa é a sua natureza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário