Avancem, arautos do horror,
Conjurem o hino de desolação,
Sejam a própria destruição,
Um réquiem de pura dor.
Notas sangrentas da canção,
Ardendo nas chamas do terror,
Cantem, qual fogo e calor,
Como do abismo o coração.
E, no acorde final, o carmesim
Tingirá os céus, fará sangrar
Todo o firmamento, enfim,
Quando a morte chegar,
E sorrir, na iminência do fim,
Apenas o sangue irá falar.
Matheus Filipe
Retórica?
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Vejam só, quanto tempo se passou desde que uma ideia foi depositada neste
pequeno recanto de pensamentos obscuros.
Aos poucos leitores, um com certeza - ...
Há 10 anos
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