Bem, cá estou de volta. As férias se foram, não digo terem sido rápidas, pois fiquei em tal modo letárgico, consegui abstrair o fato de estar de férias e simplesmente deixei o tempo seguir seu próprio ritmo. Contudo, agora estou me sintonizando novamente, re-alinhando o meu centro de gravidade. Colocar os acentos em vertical, apertar os cintos e preparar para aterrissar na rotina.
As férias, bem, as férias foram um pouco estranhas. A tristeza foi uma companheira freqüente neste período. As férias começaram mal, recebi um golpe para a qual não estava preparado, estava de guarda baixa e o ataque foi certeiro. Sabe quando dizem “ver a vida passar diante dos seus olhos”, pois então, aconteceu isso comigo, emocionalmente falando. Possivelmente quebrou algo em mim, ainda não sei ao certo a extensão do dano, mas estou levemente receoso.
Sim, minha capacidade para o rancor foi suprimida. Consegui deixar para trás muito a coisa, coisas há muito tempo comigo. Libertei-me de alguns grilhões. Mas as coisa no mínimos são sempre dúbias. Estou me sentindo mais leve, mas também mais vazio. O rancor foi extirpado, mas não sem levar algo consigo. Talvez tenha abdicado da esperança, a tenha sacrificado para me livrar do rancor. Resta saber se o preço não foi alto demais.
Sim, estou consideravelmente amargo. Mas sem o amargo, o doce perde o seu sabor.
As férias, bem, as férias foram um pouco estranhas. A tristeza foi uma companheira freqüente neste período. As férias começaram mal, recebi um golpe para a qual não estava preparado, estava de guarda baixa e o ataque foi certeiro. Sabe quando dizem “ver a vida passar diante dos seus olhos”, pois então, aconteceu isso comigo, emocionalmente falando. Possivelmente quebrou algo em mim, ainda não sei ao certo a extensão do dano, mas estou levemente receoso.
Sim, minha capacidade para o rancor foi suprimida. Consegui deixar para trás muito a coisa, coisas há muito tempo comigo. Libertei-me de alguns grilhões. Mas as coisa no mínimos são sempre dúbias. Estou me sentindo mais leve, mas também mais vazio. O rancor foi extirpado, mas não sem levar algo consigo. Talvez tenha abdicado da esperança, a tenha sacrificado para me livrar do rancor. Resta saber se o preço não foi alto demais.
Sim, estou consideravelmente amargo. Mas sem o amargo, o doce perde o seu sabor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário