Os alísios sopram sorridentes, sussurrando as delícias dos Mares do Sul e seus encantos paradisíacos. O vento é suave e convidativo, sereno para além de qualquer pressa. São tempos de calma, não calmaria, dias tranqüilos e agradáveis, com altos e baixos seguindo a balada do mares, mas sem tempestades repentinas ou nevoeiros sorrateiros.
Isso me faz pensar: talvez minha lira torta, saiba cantar apenas tristezas. Diante de inesperadas alegrias, ela apenas se cala, somente vela em silêncio. Minha lira se alimenta de angústia, de vazio, de desespero, de toda e qualquer energia negativa gerada em mim. Então, hoje, ela se cala de fome, é o silêncio da desnutrição.
Talvez ela, minha lira, aprenda a saborear novos sabores, menos amargos, mais doces. Talvez. Ou talvez permaneça ela torta como está. Apenas o tempo dirá.
Isso me faz pensar: talvez minha lira torta, saiba cantar apenas tristezas. Diante de inesperadas alegrias, ela apenas se cala, somente vela em silêncio. Minha lira se alimenta de angústia, de vazio, de desespero, de toda e qualquer energia negativa gerada em mim. Então, hoje, ela se cala de fome, é o silêncio da desnutrição.
Talvez ela, minha lira, aprenda a saborear novos sabores, menos amargos, mais doces. Talvez. Ou talvez permaneça ela torta como está. Apenas o tempo dirá.
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