sexta-feira, maio 15, 2009

"The fate of destruction is also the joy of rebirth"

Não podemos escapar de toda a inevitabilidade a preencher nossas existências. Sempre existe um ponto sem retorno, sempre há ações para quais as conseqüências assumem aspectos irreversíveis. Nada podemos contra a fatalidade inserida em cada uma de nossas escolhas.

A liberdade surge apenas quando nos desprendemos, quando aceitamos e deixamos de lutar contra o inevitável. Sim, algumas vezes devemos morrer, para assim podermos renascer, para somente assim podermos nos libertar de tudo.

Morremos a cada dia apenas para viver um pouco mais. Pois, sendo a vida o pior possível, creio ainda ser a única coisa válida e pela qual vale a pena alguma coisa. Mesmo porque, no fim, sempre teremos o benefício da morte, a liberdade sem precedentes proporcionada apenas pelo derradeiro fim.

Enquanto o fim não chega...