Rajadas de ventos cortantes,
Sibilando tristes despedidas,
Como antigas deidades caídas,
Emissárias de eras distantes.
Sombras de imagens partidas,
No lago de águas inconstantes,
Reflexos no eco de instantes,
Ondas e ciclos de muitas vidas.
Segue o tempo a sua trilha,
Da qual todo destino partilha,
Uma mesma sina, noite e dia,
Nos acordes sem-fim do existir,
Movimentos cíclicos do devir,
Somente e apenas melodia.
Matheus Filipe
Retórica?
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Vejam só, quanto tempo se passou desde que uma ideia foi depositada neste
pequeno recanto de pensamentos obscuros.
Aos poucos leitores, um com certeza - ...
Há 10 anos
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